sábado, 17 de outubro de 2009

Porque, nós, do sexo feminino, sentimos tanta necessidade de nos iludirmos com tudo?




E isso é desde crianças, quando aos 8 anos, nossos pais nos fazem assistir os desenhos da Disney.


Aqueles contos de fadas nos fizeram montar um esteriótipo de homem perfeito:


1 - Ele tem que ser lindo


2 - Tem que te tratar super-bem


3 - Ser sincero


4 - Saber elogiar


5 - Mas principalmente ser romântico.






Você passa anos, vendo que os meninos a sua volta são apenas meninos. Acaba resguardando suas teorias recém-formadas do que seria um homem perfeito.


Quando, aos 15, você começa a paquerar aquele menino da sua sala, do seu curso, da sua rua ou de qualquer lugar que é muito romântico mas que de bonito não tem nem o nome, você não liga. Você pensa assim: "Ahh, o que importa é a beleza interior."






Com certeza essa importaria se ele nos três primeiros meses de namoro não tivesse mudado da água para o vinho.


Ele deixou de ser o romântico. Mas você pensa bem e chega a conclusão que "Ahh, ele tava muito meloso mesmo.".


Menos uma qualidade, e o seu príncipe aos poucos vira um sapo.






Ele que tanto te elogiava, hoje parece que nem percebe que você mudou de roupa, penteou o cabelo de jeito diferente, usou outra maquiagem.




E agora quais as qualidades que restam?


Bem, do esteriótipo não sobrou nem o pó.






E nesse momento a decepção toma conta. Você pensa que os homens são todos péssimos e não enxerga que o problema todo está em nós.


Acreditamos tanto naquilo que assistimos durante nossa infância que procuramos um homem assim.


Mas ninguém é perfeito.


Nenhum homem é o Alladin, a Fera...



A maioria deles está para o Shrek e nós somos as Fionas.






Deprimente, não?


Só o é porque assistimos tanto aqueles contos de fadas que acreditamos que seríamos a mocinha indefesa que seria resgatada pelo herói.






Deveríamos mesmo era processar a fada-madrinha.


Ela nos fez sermos guiadas para um mundo onde uma abóbora se transforma numa bela carruagem, mas o encanto acabou à meia-noite.


Perdemos nosso sapatinho de cristal.


Na nossa história não chega aquele príncipe encantado que irá resgatar-nos de dentro da torre do castelo, com seu cavalo branco e seus dentes perfeitos, e levar-nos para viver "felizes para sempre"


Nós não somos a Cinderela, que trabalha pela madrasta má.


Nem muito menos a Bela, que encontrou a Fera perfeita.


Com a Aurora então, nunca pareceremos, afinal quem é tão meiga e passiva?


Uma boa personagem é a Rapunzel, mas ainda não conheço ninguém que tenha quase 50 metros de cabelo e o melhor : SEM PONTAS DUPLAS.






Estamos mais pra Chapeuzinhos Vermelhos, à espera de um príncipe mas é o Lobo mau que está a nossa espera.






Então, façamos o seguinte: PROCESSEMOS A WALT DISNEY... ;) kkkk'










Beiijos'




Até maiis... ^^  

( Texto de minha autoria... ;D )

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Ahh, se eu pudesse voltar no tempo... :)


Eu prometi que iria postar sobre ele.
Bem, e é sobre ele.
Algumas pessoas que leram esses artigos pensam assim: ela ainda é muito apaixonada por ele, tadinha.
Estão muito enganados.
O que sinto por ele é pena.Enquanto ele vai decaindo e chegando ao fim do poço, eu já fui lá, mas me reergui.
Não escondi meu sofrimento e todos são provas disso.E isso me fez crescer e dar mais valor pra pessoa que eu sou.
Não que eu seja melhor que ninguém.
Mas sou diferente e aprendi a perceber isso.
Eu seria uma excelente princesinha de contos de fadas, à espera do seu príncipe encantado e ao mesmo tempo, poderia ser aquela mulher moderna, capaz de ser auto-sufiente e viver por si só.

Mas... Voltando ao assunto.
Bem, eu disse no último post :

"Hoje, ele não faz mais parte da minha vida, é um passado que eu preferi esquecer. Mas parece que ele continua a querer me lembrar.Estou me cansando das suas brincadeiras e das suas implicâncias e da sua rebeldia.
Mas acho que esse vai ser o assunto do próximo post..."
Sabe um menino de 7 anos apaixonado? Aquele menino que puxa o cabelo da menina só pra chamar a sua atenção? Acho que a única coisa que ele não fez até agora foi puxar o meu cabelo.Ele já arrumou problemas com as minhas amigas.Já falou mal da minha mãe.Já tentou sentar no meu lugar na sala.Já ficou fazendo comentários sobre mim.Já mentiu sobre as condições do fim do nosso namoro.
Mas a última dele (alguns dirão que não deve ter sido ele, mas eu tenho quase certeza... ) e a que mais me irritou, mesmo eu não querendo demonstrar isso pra ninguém, foi falar mal de mim pra um menino que nem sequer me conhecia direito.
O que ele quer? Me irritar? Se for, ele poderia ter parado no meio de tudo o que ele fez, pq naquela época eu tava irritada. Agora, eu estou muito mais do que isso.Estou decepcionada.
E pior do que raiva e tristeza é a decepção.
Prefereria um término sem esses problemas todos.Mas se a imaturidade tomou conta, como discutir isso?Só me resta aceitar e seguir o meu caminho, ser feliz e torcer para a felicidade dele.
Afinal, todos merecemos ser feliz, né??
Todos merecemos ter um amor, mas não antes de amarmos a nós mesmos, né Vivian?? *-*
Beiijos

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

E a vida dá voltas...


Como as coisas acontecem rápido...

É... Quem conhece a minha história pensa até que que é uma novela mexicana, mas aquelas que antes do final dá uma reviravolta e aquela mocinho, que antes era apaixonado pela mocinha, a trái e vira o vilão da história, que faz de tudo pra acabar com a indefesa.
Essa seria uma breve descrição do que
aconteceu comigo.
Hoje é fácil pensar nisso e rir, mas o tanto que isso me doeu não está no gibi.
Logo eu, uma menina baseada quase que inteiramente no romantismo dos contos de fadas que sempre tem um final feliz, me vi perdendo o chão e saindo de um sonho, que de uma hora pra outra virou pesadelo. Resumidamente, a minha história foi assim:
Um namoro que comeceu do nada, sem motivos, com 2 semanas de amizade. Durou quase dois anos, entre altos e baixos, entre brigas e promessas de amor eterno. A gente já planejava casar, viver juntos pelo resto de nossa vida e, quando mais velhos, contar aos nossos netos como o nosso amor foi e ainda seria forte. Mas de repente, num relacionamento que parecia fincado e com raízes sólidas, vem uma ventania e arrasa tudo.
E tudo por teimosia.
O término foi tão inesperado quanto o início.
E de repente eu me vi sem o meu porto-seguro, sem o meu amigo e companheiro.
Sofri por isso.
Sofri por amor.
Eu o amava de um modo tão profundo e sincero que hoje me lamento do rumo das coisas.

Eu procurava nele um príncipe encantado, quando no fundo ele não passava de um sapo.

Pena que só fui perceber isso tarde demais.
Sofri muito quando terminou.
Sofri de chorar todos os dias, de ir a aula e não prestar atenção, de passar um recreio todo sendo amparada por amigos ( em especial uma amiga... ).
Chorava sozinha e até a noite ao rezar.
Eu só fazia era chorar.
E de repente, eu fiz uma promessa a mim e a Kel: NUNCA MAIS CHORARIA POR ELE.
Depois desse dia percebi: o menino que eu conheci tinha se deteriorado com o tempo e com as influências.
Ele tinha sido fraco e se deixado levar pela companhia.
Ele se tornou irreconhecível, não era mais o menino encantador por quem eu tinha me apaixonado.

Hoje, ele não faz mais parte da minha vida, é um passado que eu preferi esquecer. Mas parece que ele continua a querer me lembrar.
Estou me cansando das suas brincadeiras e das suas implicâncias e da sua rebeldia.

Mas acho que esse vai ser o assunto do próximo post... ;)

Beiijos e até a próxima... =D